A palavra app entrou no nosso léxico quase sem darmos por ela.
App é a abreviatura de application, ou seja aplicação. Aplicação essa que é instalada num smartphone. A função das apps é facilitar a vida aos utilizadores, proporcionando-lhes um acesso direco a serviços de notícias, informação meteorológica, jogos, serviços de mapas, com geo-localização através de GPS ou utilitários do mais variado tipo de finalidades.
Uma das grandes vantagens das apps é o seu preço. Em média uma aplicação custa menos de R$10,00, mas abaixo deste valor encontram-se muitas e boas opções. Existe um grande número de apps, cerca de 35%, que são mesmo gratuitas, algumas das vezes limitadas em termos de funções, para que o utilizador experimente e venha a comprar uma versão mais completa, mas nalguns casos, mesmo, aplicações totalmente gratuitas e com todas as funcionalidades disponíveis. A facilidade com que são descarregadas e instaladas faz com que seja fácil a todo o tipo de utilizadores, desde o mais básico ao mais avançado, tirar o máximo partido da oferta que existe no mercado.
Enquanto para o consumidor o cenário é de céu azul e vento fraco, para os programadores o tempo é de céus cinzentos e chuvas fortes. A grande dificuldade com que os criadores de apps se confrontam, neste momento, prende-se com a distribuição dos seus produtos e o ambiente para o qual desenvolvem, isto porque que ainda existem uma grande variedade de sistemas operativos para os smartphones. Os sistemas operacionais mais populares são
Symbian OS, iPhone OS, RIM's BlackBerry, Windows Mobile, Linux, Palm WebOS e
Android. Enquanto não houver uma convergência para uma compatibilização entre sistemas operacionais, as empresas de desenvolvimento terão de decidir para que sistema operacional, ou sistemas, desejam distribuir as suas aplicações.
Como as apps podem funcionar como ferramentas de marketing.
As empresas começam a perceber-se do poder que as apps possuem, e, neste momento, várias são as empresas que investem neste tipo de suporte para a divulgação dos seus produtos e serviços. Os primeiros casos de sucesso foram os órgãos de comunicação social que viram nas apps um meio ideal para a difusão dos seus conteúdos, mas logo se lhes seguiram as empresas.
Um dos casos de sucesso é a app que a Pizza Hut criou para que os seus clientes mais facilmente pudessem encomendas as suas pizzas. Com esta aplicação é possível fazer uma encomenda, escolhendo desde o tamanho aos ingredientes ou até à disposição dos mesmos na nossa pizza. Tudo isto com a ponta dos nossos dedos e com um ambiente gráfico que por si só já abre o apetite.
Quem pensava que as apps eram uma moda passageira, desengane-se, elas vieram para ficar e ainda agora estamos no começo. Com o crescente número de smartphones, e cada vez mais empresas apostando nesta tecnologia, e todas as potencialidades que possui, pode-se dizer que o céu é o limite no que toca à criação de novas apps.